segunda-feira, 17 de março de 2014

El arte del poncho Boliviano

El arte del poncho boliviano contado por su mejor coleccionista

LA PAZ |

Una valiosa colección de ponchos tejidos sobre todo por mujeres aimaras y quechuas de Bolivia ha sido reunida y estudiada por un investigador que ha consagrado 40 años de su vida a conocer el arte de esos textiles y su valor para los indígenas.

El profesor boliviano Oscar Barriga resumió sus investigaciones de campo en el libro de reciente publicación "El Poncho en Bolivia", fruto de una pasión de coleccionista que inició en 1966 dispuesto a salvar algo del patrimonio textil para que no sea saqueado.

Entre ese año y 2013, Barriga reunió alrededor de 250 piezas de diversas partes de su país haciendo esfuerzos con su modesto salario de maestro, aunque a fines del año pasado debido a problemas económicos las vendió al estatal Museo de Etnografía y Folclore.

En una entrevista con Efe, Barriga dijo que se trata de la más "rica colección de ponchos indígenas existentes en el país", un tesoro para estudiar el arte de los indígenas en los textiles que no solo tienen valor estético, sino que retratan una mirada del cosmos.

Con la ayuda de tejedoras y de los indígenas más viejos de las comunidades, el autor explica en su libro la riqueza cromática de los ponchos, los secretos de las técnicas si tienen una o dos caras, sus símbolos, mensajes y los usos religiosos, civiles o militares.

El poncho está generalmente formado por una sola pieza o por dos paños unidos por medio de una costura central que deja una abertura para la cabeza, y que llega hasta medio cuerpo o media pierna.

Son usados sobre todo en el área rural de Bolivia por los hombres y denotan prestigio, una situación de autoridad o revelan un nivel socioeconómico, destacó Barriga, quien antes solía usar sus ponchos para asistir a los actos especiales causando sorpresa.

"No sé si es cuestión de imaginación, pero yo realmente me siento más gente, me siento mejor con un poncho encima que con un abrigo; en serio, me siento alguien", manifestó el coleccionista.

Entre las mejores piezas que rescató en su afán está el "poncho balandrán" que contiene "figuras de aves y flores en estilo barroco criollo muy temprano", confeccionado a finales del siglo XVII.

El "balandrán" muestra un primer momento en el desarrollo del arte barroco mestizo en los textiles bolivianos, antes del visto en las celebres pinturas de los Ángeles de Calamarca, según Barriga.

También hay piezas ceremoniales como el "Poncho Obrajes" al que los indígenas atribuyen una "protección mágica" otorgada porque sus hilos cruzan a la izquierda o el "Poncho Karachaca" que no solo fue usado para vestir, sino para decorar escenarios en actos especiales.

La complejidad de la mirada cósmica y la gran habilidad de las tejedoras son evidentes en la elegante pieza "Pankhochi" que tiene 2.300 figuras, asociadas a la vida en el campo.

Una faja confeccionada a mediados del siglo pasado por una mujer para que su novio la estrene en la boda destaca porque narra la vida de una pareja desde invocaciones a deidades mitológicas, el progreso económico y social y la gratitud con dioses andinos, según Barriga.

Varias de las mejores piezas fueron confeccionadas en telares rústicos que las indígenas manejan desde tiempos ancestrales.

Una pieza sorprendente registrada por el autor y que hoy está en el museo data del siglo XVIII y es un poncho de hilo de algodón con los colores de la bandera de España, decorado con motivos florales.

No obstante, en este caso se trataría de una pieza que perteneció a un oficial español, pero pudo ser hecho en uno de los centros de producción textil conocidos como "obrajes" que usaban telares de pedal o fue importado de Francia o Inglaterra.

Al tratarse de una túnica abierta para diversos usos "no hay un país cuna del poncho", sostuvo el autor para después citar el uso en la cultura precolombina Nazca y mostrar gráficos de esas prendas en Italia, Inglaterra y Rusia a inicios de la era cristiana.

En Bolivia, según el autor, el poncho vivió "una época de oro" en el siglo XIX y a mediados del XX porque era usado en el campo y en la ciudad.

Después sobrevino una época de decadencia debido a la discriminación de los indígenas, pero hoy se vive una revalorización al ser un fuerte símbolo de identidad política.
http://m.lostiempos.com/diario/actualidad/tragaluz/20140316/el-arte-del-poncho-boliviano-contado-por-su-mejor_248175_541651.html

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Carta de oração Nov/2013

Cochabamba, novembro de 2013
Estes dois meses tem sido de muita correria para nós aqui no campo missionário.
Deus tem Se movido em nosso meio de maneira maravilhosa. 
Temos evangelizado e ganhado almas.  Jovens estão se convertendo por meio de evangelismo de rua,  de Casas de Paz e através de irmãos que têm ativado o evangelismo em suas vidas.
Temos trabalhado bastante para afirmar estas vidas e não perde-las.
A fines de outubro e início de novembro,  assistimos a dois congressos que foram impactantes para nós.  Um aqui em Cochabamba e outro em Tarija.  Fomos ministrados e recebemos palavras proféticas de crescimento e avance, no qual cremos e estamos no processo de ativa-las.
De 15 a 17 deste mes cumprimos 3 anos como LifeCenter, e tivemos uma grande festa em 4 cultos com um mover sobrenatural em nosso meio. Vidas receberam a Jesus e toda a congregação foi impactada.
Como familia estamos muito contentes com o que Deus tem feito. Tambem tivemos neste mes  a benção de cumprir 15 anos de matrimonio.
Estamos trabalhando duro para as apresentações numa nova fase da academia Halal, agora com dança, canto e teatro. Este ministerio tem abençoado a muitas igrejas em Cochabamba.
Neste fim de ano, cumprimos nosso tempo para tirar ferias, o que fazemos de dois em dois anos. Estamos orando por provisao para este periodo.
Durante todo ano nao estivemos pregando pela tv. Queremos voltar ao ar para seguir com esta importante atividade que abençoa nossa cidade.
Queremos contar com teu apoio em oração e contribuição para o seguinte:
1. Aquisição de um carro para fazer a obra
2. Boletos aereos para nossas ferias de 21/12 a 31/01
3. Cirugia Bariatrica da Pra. Dayan para o inicio de 2014
4. Novos mantenedores para o sutento familiar
5. Mantenedores para o programa de tv.
Agradecemos a todos que oram e contribuem para fazer possivel a obra missionaria.
Juntos, na evangelização da Bolivia
No amor de Cristo
Prs. Alexsander e Dayan, Khesia, Junior e Katlyn

quarta-feira, 27 de março de 2013

Primeiro Batismo do ano 24/03/2013

Hoje fizemos o primeiro batismo do ano. Gloria a Deus por esta preciosa vida que esta em Cristo Jesus!
Hoy hemos hecho el primer bautismo del año. ¡Gloria a Dios por esta preciosa vida que está en Cristo Jesús!


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Espetaculo Danza a las Naciones


Estamos apresentando no Teatro Adela Zamudio, em Cochabamba - Bolivia, o espetaculo Danza a las naciones, pela Academia de Danza Cristiana - Halal Dance, com a Pra. Dayan Lorene, Lic. Ximena Herbas e demais bailarinos.
Ontem foi a estreia, com funçao para hoje e amanha.
Estamos apresentando uma dança profetica com a musica "Sopla", do Ministerio Compaixao de Taubate, dos Prs. Edgard e Denise Carrillo. Uma grande bençao em nosso ministerio.
Demais fotos, podes apreciar no facebook: Halal Dance Cbba.
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sábado, 26 de maio de 2012

CARTA DE ORAÇÃO – MAIO/2012

“a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”. Tiago 5:16b

Irmãos, graça e paz!
Trazemos-lhes algumas noticias do campo missionário.

Março          
Tivemos a grata alegria de ver novos frutos do nosso trabalho na obra do Senhor. Fizemos um batismo e iniciamos um discipulado com novos convertidos. É sempre uma alegria ver gente converter-se das trevas para a luz do Senhor Jesus. Ele nos chamou para pregar a todo o mundo, batiza-los, discipula-los e ensina-los todas as coisas que Ele nos ensinou. E certamente há festa no céu quando um pecador se arrepende!

Abril
Deus nos tem dado a alegria de ver gente crescendo na fé e aspirar a uma liderança. Estamos começando um treinamento de lideres para envia-los para abertura de Casas de Paz, onde pregarão e levarão a luz de Jesus a nosso bairro e outros lugares. Tivemos a benção de começar um grupo na praça ao lado da universidade, e muitos jovens estão sendo evangelizados nesta região pelos jovens que enviamos para pregar A Palavra.
Fizemos uma campanha de cura e milagres e pudemos evangelizar e ver o poder de Deus atuar nas pessoas. Foi de grande benção!

A pregação pela TV tem chegado aos lares e pessoas nos têm ligado pedindo oração.
Estamos firmes pregando pela TV, e orando pelas pessoas que nos ligam pedindo oração. Estamos orando por uma mudança a um meio maior para alcançar mais vidas.

Graças a Deus conseguimos concluir os tramites finais do visto para a Dayan e a Khesia. Foi um longo período burocrático que no inicio do próximo ano recomeça, e que ainda devemos terminar de pagar. Pedimos suas orações para este assunto.

Nosso computador está sendo repassado para o uso da igreja e estamos precisando urgentemente de um laptop para seguir trabalhando em nossos projetos missionários.

No mês que vem a Dayan vai apresentar o espetáculo “Tiempo de Danza”, onde há 32 bailarinas representando a 18 igrejas. Sempre é uma luta espiritual grande quando estamos para realizar um projeto assim que abençoa a muitas vidas. Será no teatro Adela Zamudio, no mês de junho em Cochabamba.

Algumas necessidades em que esperamos contar com seu apoio:
  • Aquisição de um computador
  • Termino do pagamento de nosso visto
  • O crescimento da obra

Esperamos contar com suas contribuições para a obra missionária para seguir nesta grande comissão que o Senhor Jesus nos encomendou. Nunca se esqueça que Missões são feitas com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos daqueles que contribuem financeiramente.

Agradecemos o apoio de todos, declaramos a boa mão do Senhor sobre suas vidas.
Juntos, na evangelização do mundo

Prs. Alexsander e Dayan, Khesia, Junior e Katlyn
PS: Voce pode assistir um vídeo do nosso trabalho acessando o youtube: http://youtu.be/ZCniy3DGFdY

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Aprenda algo sobre o Charque

Quem não gosta de um charque na feijoada, no feijao, e junto com outras iguarias da culinaria Brasileira? Aprenda mais sobre essa iguaria que tem origens e vanguarda entre os quechuas bolivianos, no império Inca...

Do charque ao ‘jerked beef’, com incas de entremeio